terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Pré-diagnóstico de Dislexia


Se pensa que a criança tem dislexia, faça o pré-diagnóstico dos 5 aos 8 anos. Estas perguntas são indicativas de um eventual caso de Dislexia, não substitui uma avaliação efetuada por um profissional. 

1- Apresenta problemas significativos na leitura, em relação às crianças da mesma idade?

Sim___  Não___

2 - Lê devagar e de forma silabada, com muita dificuldade em dividir as palavras em sílabas?

Sim___  Não___

3 - Comete erros frequentes na leitura, omite ou adiciona letras ou palavras ou saltas linhas?

Sim___  Não___

4 - Na escrita dá muitos erros ortográficos? E mesmo depois da criança os retificar, ainda descobre erros?

Sim___  Não___

5 – Na escrita mostra dificuldade em distinguir letras, tais como, f/v; p/b; p/t; v/z; b/d; p/t; v/z; b/d; b-v; s; f-t; m-n; f-v; g-j; ch-x; x/ch-j ?

Sim___  Não___

6 - A compreensão dos textos é difícil, precisa de os ler mais do que uma vez para os perceber o conteúdo?

Sim___  Não___ 

7 – Revela dificuldades em ler palavras mais difíceis?

Sim___  Não___

8 – Evita ler em voz alta?

Sim___  Não___

9 - Tenta evitar todos os momentos de leitura ou atividades relacionadas com a leitura e escrita?

Sim___  Não___

10 – Manifesta dificuldade em exprimir ideias e em organizar frases ou textos?

Sim___  Não___

11 - Utiliza vocabulário pouco diversificado ao escrever?

Sim___  Não___

12 – Revela dificuldades em operações matemáticas, sobretudo na multiplicação?

Sim___  Não___

13 – Manifesta dificuldade na organização espacial?

Sim___  Não___

14 - Dificuldade em memorizar canções, rimas, dias da semana, meses do ano ou a tabuada?

Sim___  Não___

15- Revela dificuldades em manter a atenção,  distraindo-se com facilidade?

Sim___  Não___

16- Dificuldade em aprender línguas estrangeiras, especialmente inglês?

Sim___  Não___

17 - Não gosta de ir à escola, expressa desmotivação relativamente aos conteúdos escolares ou baixo rendimento escolar?

Sim___  Não___

18 - A criança fica ansiosa e mostra receio se tiver de ler em voz alta, perante pessoas pouco familiares?

Sim___  Não___

Se respondeu afirmativamente a várias das perguntas do pré-diagnóstico ou existe alguma dúvida sobre as dificuldade de aprendizagem, consulte o mais rápido possível um profissional, para diagnosticar as dificuldades do seu filho.

Existem alguns sinais de Dislexia que ocorreram durante a infância e muitas dificuldades, no início da aprendizagem da leitura e escrita que não podem ser negligenciadas. No caso de existirem, deve ser realizado um pré-diagnóstico para as identificar e ajudar a criança a desenvolver tais competências. 


O diagnóstico conclusivo de Dislexia só deve ser realizado no fim 2º ano de escolaridade, porque as dificuldades na fase inicial da aprendizagem antes dos 7 anos, são muitas vezes frequentes. 

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Maria Pascoal

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Dislexia


Dislexia = Dis (dificuldade; separação) + lexia (léxico; palavra)  = Dificuldade com as palavras.
A Dislexia é uma perturbação de aprendizagem da leitura e escrita, apesar da criança apresentar uma inteligência normal ou superior e de não existirem perturbações sensoriais ou neurológicas. Esta perturbação não está relacionada com o tipo de educação ou com o método de ensino.
É uma perturbação da precisão ou fluência da leitura de palavras, existindo uma fraca competência ortográfica, que se apresenta na dificuldade em adquirir o mecanismo da aprendizagem da leitura e escrita, resulta de um défice na componente fonológica da linguagem. As crianças não conseguem associar corretamente os fonemas (sons) aos grafemas (letras).
A Dislexia tem tratamento?
Não, a Dislexia é uma doença que permanece durante toda a vida. É importante por isso que o seu diagnóstico seja realizado precocemente, para ajudar a criança a lidar com as suas dificuldades, quando começa a ler e a escrever. 
A dislexia é frequente em crianças? 

A dislexia é uma perturbação de aprendizagem que influencia a leitura e a escrita, originando baixo rendimento escolar. Estima-se que mundialmente afete entre 5 a 17% da população, sendo mais frequente em meninos.

Quais são os sinais a ter em conta na dislexia?

A criança com dislexia apresenta dificuldades significativas na leitura e na escrita. Ocorrência de incorreções de palavras ao ler, dificuldades na compreensão dos textos, fluência e velocidade da leitura abaixo do esperado para a sua idade, dificuldades na construção de frases com muitos erros ortográficos. Troca letras, omissões, substituições de letras e silabas, caligrafia irregular, entre outros.
A criança que revela dificuldades na leitura e escrita é disléxica?
Não, existem outras perturbações que podem comprometer a aprendizagem da leitura e escrita. É por esse motivo importante, diagnosticar se a criança tem outro tipo de problemas que possam estar a influenciar a aprendizagem, tais como, visão, audição, existência de deficit de atenção, problemas cognitivos ou emocionais. Mas, é verdade que toda a criança com dificuldade na leitura e na escrita é Disléxica. 
Quais os sinais frequentes na Infância?
*Atraso na linguagem – A criança diz as primeiras palavras e constrói frases mais tarde do que é comum.
*Problemas na linguagem – A sua linguagem é abebezada e tem dificuldades em dizer alguns sons.
*Não repara nos objetos por onde passa tropeçando e caindo com frequência.
*Dificuldades na memorização de canções infantis, rimas e lengalengas.

Como diagnosticar a Dislexia?
A avaliação da Dislexia deve ser elaborado por psicólogos, neuropsicólogos ou neuropediatras. É necessário verificar se na família da criança, existem casos de Dislexia,   dificuldades de aprendizagem ou se durante o desenvolvimento da criança surgiram algumas situações que expliquem tais dificuldades.

Existe algum tratamento para a dislexia?
As crianças com Dislexia devem ser acompanhadas por profissionais com esse tipo de formação. Não existe nenhum método de reabilitação eficiente. O acompanhamento deve ser estruturado especificamente para determinada criança, tendo como objetivo, não a sua cura, uma vez que a Dislexia é uma perturbação de aprendizagem permanente que persiste até a idade adulta, mas quanto mais rápida for a intervenção, melhor será o desempenho da criança na escola.

Quando se pode ter a certeza que a criança é disléxica?
Existem alguns sinais de Dislexia que ocorreram durante a infância e muitas dificuldades, no início da aprendizagem da leitura e escrita que não podem ser descuradas. Tais dificuldades devem ser precocemente avaliadas, no entanto, o diagnóstico conclusivo de Dislexia só deve ser realizado no fim 2º ano de escolaridade.

Quais os sinais de Dislexia em idade escolar?
*Problemas de lateralidade, confunde constantemente a esquerda com a direita;
*Dificuldades na leitura e escrita: demora muito tempo a memorizar as letras, apresenta muita dificuldade a ler e a escrever;
*Nas atividades que requerem destreza manual, o seu desempenho é desastroso;
*Leitura silabada, com dificuldade em dividir as palavras em sílabas e fonemas;
*Leitura com muitas incorreções, saltando palavras ou linhas;
*Fluência da leitura significativamente abaixo do esperado para a idade e nível escolar;
*Enorme dificuldade na descodificação grafema-fonema e leitura automática de palavras, como por exemplo, biblioteca/bioteca, batata/bata, livraria/livro....
*Omite ou adiciona letras e sílabas (ex: famosa-fama; casaco-casa; livro-livo; batata-bata; biblioteca/bioteca;
*Troca letras com sons idênticos, tais como por exemplo: f/v; p/b; p/t; v/z; b/d; b-v; s; f-t; m-n; f-v; g-j; ch-x; x/ch-j…
*Pode escrever letras em espelho;
*Quando a criança lê sozinha tem dificuldade em compreender e interpretar os textos, no entanto, se os mesmos textos forem lidos oralmente por outra pessoa a sua compreensão é normal;
*Na escrita comete muitos erros ortográficos;
*Tenta evitar todos os momentos de leitura ou atividades relacionadas com a leitura e escrita;
*A sua caligrafia é irregular, disforme e a letra aparece muitas vezes rasurada;
*Dificuldade em exprimir ideias e em organizar frases ou textos, utilizando pouco vocabulário ao escrever;
*Problemas de atenção, a criança distrai-se com muita facilidade;
*Demora muito tempo a fazer os trabalhos de casa. A criança sente-se rapidamente cansada;
*Ritmos de aprendizagem divergentes – Em determinados períodos a criança consegue acompanhar a matéria lecionada, noutros não consegue, dando muitas vezes a impressão de ter esquecido o que aprendeu;
*Dificuldade em recordar e processar informações verbais;
*Dificuldade em aprender uma língua estrangeira, principalmente Inglês;
*Dificuldade em efetuar tarefas diferentes e sequenciais;
*Demonstra pouco interesse em realizar as atividades escolares;
*Os resultados nas avaliações são inferiores à sua capacidade intelectual.

Estes sinais não precisam de se verificar todos em simultâneo para que seja diagnosticada uma Dislexia. As dificuldades apresentadas pela criança, sugerem a possibilidade de um possível diagnóstico de Dislexia, sendo necessário analisar quais as razões para tais dificuldades.

Como os pais podem ajudar?
Os pais devem estar atentos aos sinais frequentes na infância e no início da escolaridade, nomeadamente, em caso de existirem dificuldades significativas, no momento em que as crianças iniciam a aprendizagem da leitura e escrita. Nesse caso, devem procurar um profissional para efetuar um diagnóstico precoce. Avaliar as suas dificuldades, permite ajudá-la a desenvolver estratégias adequadas, por forma a promover competências, minimizando deste modo, o impacto destas limitações no seu desenvolvimento e consequentemente na sua vida futura.
É importante não diferenciar, estigmatizar ou superproteger a criança, mas motivá-la a trabalhar, por forma a minimizar suas dificuldades.

Em suma, a Dislexia é uma perturbação de aprendizagem da leitura e escrita, não está relacionada com desatenção, falta de motivação, problemas cognitivos ou emocionais. Ocorre em crianças com inteligência normal ou superior e permanece durante a vida adulta. 


sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

10 Estratégias para ajudar na desatenção



A dificuldade em manter a atenção seja na escola ou nas suas atividades diárias, pode ser desesperante, não só para os professores e pais, mas também para a própria criança.
A desatenção tem consequências negativas no seu desempenho escolar, nas suas relações interpessoais e na própria perceção da criança, ao longo do seu crescimento. Por esse motivo deve ser avaliada, por forma a ser auxiliada a ultrapassar essa sua dificuldade.
Motivos para a falta de atenção da criança: alterações bruscas na vida da criança; sofrer de ansiedade; conflitos com os colegas; problemas de aprendizagem.    
1. As crianças com problemas de atenção sentem-se diferentes das outras crianças.

2.Fortaleça a autoestima da criança. O seu sentimento de inferioridade nas crianças com dificuldades de atenção é mais elevado. Mostre o quanto o ama e que aceita as suas fragilidades, mas que reconhece as suas competências.
  
3. Mantenha-se tranquilo, nunca grite com a criança, isso só a prejudica, aumentando ainda mais a dificuldade em prestar atenção.

4. Evite ser controlador e dar várias indicações de uma só vez.

5. Tente reunir-se com o professor responsável, para perceber quais as dificuldades que a criança tem na escola. Faça com que a criança sinta que está ao seu lado para a ajudar a ultrapassar as dificuldades.

6. Estimule a criança a simplificar tarefas complexas. Assim a sua motivação aumenta ao atingir pequenos sucessos, evitando tentar realizar algumas tarefas, sem ter medo de fracassar.

7. Organize uma lista de tarefas, valorizando a criança à medida que termine determinada tarefa. Os elogios estimulam a criança a realizar novas tarefas.

8. Auxilie a criança nas suas dificuldades, mas nunca faça as atividades por ela. Só deste modo irá ultrapassar os obstáculos com que se depara. 

9. Não crie na criança expectativas irrealistas, tenha em conta as suas fragilidades e limitações.


10. Incentive-a a lidar com as adversidades. A criança com défice de atenção, tendencialmente desiste com alguma facilidade ao percecionar insucesso em determinada tarefa, pela sua dificuldade ao lidarem com a frustração.

Avaliar a criança é muitas vezes necessário para se perceber quais os motivos da sua desatenção. Os benefícios de ter ajuda profissional nesta área, promove a estimulação da atenção e ajuda a criança a descobrir novas estratégias que lhe permitam estudar de forma mais atenta e eficaz. Evita insucessos, frustrações, desinteresse, no momento em que se descobre como a criança pode obter melhor rendimento escolar. 
E, como quase em tudo, quanto mais cedo se adquire essas competências, mais precoce será o seu sucesso.  

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Como agir nos bons e maus comportamentos



Quando a criança se porta mal o que fazer?

Se a criança se portar mal ou fizer algum tipo de birra e não quiser cumprir a regra que foi imposta, relembre-a do que ficou definido em tom calmo, avise-a que tem oportunidade de ainda fazer o que lhe foi pedido, e se não fizer, faça-a perceber que é ela que está a escolher ser castigada e a preferir as consequências.
Muitas vezes as crianças quando têm comportamentos inadequados ou fazem birras, na maioria das vezes, são uma forma de fugir ao que não desejam realizar ou cumprir, por essa razão, nunca se deve ceder a uma birra.
No caso de o adulto abdicar do que estipulou, pelo facto da criança fazer birra, contribui para que da próxima vez que pretender o mesmo comportamento, a birra voltará com mais força e a criança será ainda mais persistente até que o adulto reconsidere e desista das regras aplicadas. Sempre que ceder a criança ganha maior resistência à imposição de regras.   
No caso de a criança ter um comportamento desapropriado, os castigos/consequências são fundamentais para que a criança perceba que existem consequências para esse tipo de comportamentos. Se deixar de ser penalizada quando não cumpre as regras, não sente necessidade de as cumprir, sentindo que é indiferente cumprir ou não as regras.
Nos momentos em que a criança está a realizar a tarefa solicitada, se perceber se está com dificuldades ajude-a, mas deixe-a continuar a fazer a tarefa, desta forma, na próxima vez já saberá como se faz. 

Quando a criança se porta bem o que fazer?

Não destaque só ao comportamento inadequado da criança, dê a mesma importância ao seu comportamento quando se porta bem.
As crianças têm necessidade de ter a atenção dos pais e, se não a têm quando se portam bem, irão portar-se mal para a obter.
Quando a criança realiza algo adequadamente por sua iniciativa, deve ser muito elogiada. Tendo atenção pela positiva, contribuirá para que proceda desse modo, enquanto sentir essa atenção pela positiva, a criança continuará a ter esse tipo de comportamentos só para ser elogiada, tais como por exemplo, nos momentos em que lava os dentes sem ser lembrada, veste-se sozinha, arruma a mochila para o dia seguinte, faz os trabalhos de casa, etc.
Quando a criança faz algumas tarefas sem que ninguém a lembre, elogie-a muito pelo que fez. As crianças adoram ser elogiadas pelo que fazem e ser o centro da atenção dos pais. Se sentirem que tiveram atenção e que foram elogiadas ao procederem de determinada maneira, a probabilidade de continuarem a comportarem-se bem aumenta, só para terem atenção e, ao mesmo tempo os comportamentos desadequados diminuem.

É importante que os pais, não concentrem a sua atenção, só no mau comportamento da criança mas, a darem igual importância ao seu bom comportamento





segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

10 benefícios para a criança ao realizar tarefas



A importância da criança na colaboração de tarefas seja na realização dos trabalhos de casa ou na ajuda na de tarefas domésticas são essenciais para o seu desenvolvimento saudável, apesar de serem muitas vezes motivo de conflito entre pais e filhos. 


A forma como é conduzida a interiorização de obrigações/tarefas pode ser determinante para a aquisição de competências e contribuir para o sucesso ou insucesso da criança.  

Em casa, a criança deve ajudar e participar em tarefas domésticas, tais como, colocar a mesa, arrumar os brinquedos, na confecção de refeições, lavar a loiça, aspirar, entre outras, em função da sua idade. Este tipo de colaboração é importante, não só por ser uma ajuda para os pais, mas também, por contribuírem para o desenvolvimento da responsabilidade, autonomia e aprendizagem de competências pessoais importantes para a sua vida futura.

Em relação aos momentos de estudo e de realização dos trabalhos de casa, mesmo em crianças que não têm nenhuma dificuldade específica, nem problemas de aprendizagem, tais como deficit de atenção, hiperactividade, entre outros, geram por vezes conflitos frequentes. É muitas vezes difícil evitar este tipo de problemas, podendo causar elevado stress, não só para os pais como para a própria criança.

Mas a forma como os pais conduzem o acompanhamento dos filhos, pode contribuir para desenvolver competências essenciais na sua formação pessoal e facilitar o seu sucesso profissional futuro. No processo de aprendizagem tanto os trabalhos de casa como as tarefas domésticas, permitem que a criança, treine não só os conteúdos programáticos, mas também o desenvolvimento de outras competências.

A realização de tarefas em casa ou os trabalhos de casa, com acompanhamento adequado e estruturado proporcionam à criança:

1- O desenvolvimento de autonomia e independência, sendo necessário que a tarefa ou o acompanhamento escolar seja ajustado à idade da criança. Nas tarefas domésticas a sua colaboração deve aumentar gradualmente consoante a idade. Nos trabalhos de casa, o tempo de acompanhamento deve ir diminuído de ano para ano;

2- Aprender a organizar as suas coisas e a tornar-se mais independente. Desde arrumar o material para o dia seguinte, escolher a roupa, arrumar o quarto, a fazer o pequeno-almoço e a aprender a cozinhar, entre outras actividades;
   
3- Aprende que as coisas têm de ser realizadas num determinado período de tempo, mesmo que a criança não queira, por não ter vontade ou por não pretender terminar a actividade lúdica que está a fazer. Contribuindo para desenvolver a sua responsabilidade;

4- A criança aprende a lidar melhor com a frustração ao interiorizar que as tarefas tem de ser feitas num determinado espaço de tempo, independentemente da sua vontade;

5- Os pais devem envolver a criança, sempre que possível, na escolha do horário para fazer determinada actividade. Ajudando a criança a aprender a organizar-se e a ser mais responsável pelas decisões que toma;

6- Ensina a criança a gerir melhor o seu tempo, percebendo que há um tempo para trabalhar e outro para brincar e que essa gestão depende dela;

7- Ter método de estudo para facilitar a aprendizagem dos conteúdos ensinados. Planear e fazer a revisão das matérias em casa, contribuí para uma melhor preparação para os momentos de avaliação;

8- Estimula na criança o conhecimento de que os seus actos têm consequências positivas ou negativas, tanto a curto como a médio prazo;

9- Possibilita que a criança identifique a relação entre os seus comportamentos e as consequências do mesmo a longo prazo;

10- Ao longo do seu percurso pessoal ou académico, ficará melhor preparada para enfrentar a realidade, tanto a nível pessoal como profissional e, com isso obter melhor sucesso.

Se precisar de ajuda para melhorar o tipo de acompanhamento que pretende dar, deseje desenvolver algumas competências que considere necessárias para o crescimento saudável do seu filho ou sentir dificuldades na forma de transmitir regras, responsabilidade ou autonomia, procure ajuda para facilitar a sua implementação. Evitando assim, que a realização de tarefas quotidianas ou estudar seja interiorizado como tempo de aborrecimento e de conflitos.